X-Men # 141 – Abril – formatinho

Por Rodrigo L. Monteiro
Data: 16 março, 2001

X-Men # 141Editora: Editora Abril – Revista mensal (último número)

Autores: Wolverine – Erik Larsen (texto), Jeff Matsuda (lápis), Jonathan Sibal (arte-final);

Cable – Joe Casey (roteiro), José Ladron (desenhos), Juan Vlasco (arte-final).

Preço: R$ 3,50

Data de lançamento: Julho de 2000

Sinopse

A última edição de X-Men em seu atual formato é dedicado a Wolverine, como aconteceu com Fabulosos X-Men # 53 e # 54. É o início da fase em que Erik Savage Dragon Larsen ficou no cargo de roteirista do personagem.

Nesta história, Wolvie e Carol Danvers (Warbird) estão calmamente se divertindo em um bar, quando a mutante chamada Poderosa começa um belo tumulto na sede da ONU.

Os dois heróis vão para o local tentar deter a mutante, mas Warbird, já meio bêbada, acaba mais atrapalhando do que ajudando. Apesar disso, Wolvie nocauteia a Poderosa. Entretanto, logo após a luta, o tampinha é possuído por uma alienígena a princípio desconhecida.

A alien procurava um campeão terrestre para uma missão e possuiu Wolverine para testá-lo. Aí, o herói sai atacando tudo quanto é vigilante que aparece na sua frente, desde Warbird até personagens obscuros como Solo e o Cardíaco.

No fim, Wolvie é liberado do controle e parte para um mundo remoto, onde iria libertar os milhares de aliens cativos lá. Mal sabia ele que estaria entrando no mundo do Colecionador.

Já Cable tem uma missão quase impossível: deter o arauto do Apocalipse, que começou a sua onda de destruição em Nova York. Segundo as profecias de Ozymandias (aquele ser de pedra que foi servo de Apocalipse por milênios), a única forma de impedir que o futuro negro de Nathan se concretizasse seria deixar a cidade ser devastada.

Cable opta por lutar contra seu destino mais uma vez. Para isso, conta com a ajuda de um bando de Vingadores.

Positivo/Negativo

Erik Larsen conseguiu fazer uma história interessante com Wolverine. A trama é meio tosca, mas a aventura consegue se sustentar.

O inusitado é que Larsen consegue atrair um sem-número de heróis para deter Wolverine, contingente este que não aparece quando ameaças maiores recaem sobre Nova York.

Destaque para as aparições de Cavaleiro da Lua, Cardíaco e Solo, esses últimos remanescentes do período em que Larsen escrevia o Aranha. Bom também o traço de Jeff Matsuda.

Já as histórias de Cable continuam passando de boas a apenas razoáveis. E muito inverossímeis.

Classificação

3,5

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