Batman # 39 – Novos 52

Por Ricardo Malta Barbeira
Data: 29 fevereiro, 2016

Batman # 39Editora: Panini Comics – Revista mensal

Autores: Fim de Jogo – Parte 4 (Batman # 38) – Scott Snyder (roteiro), Greg Capullo (desenhos), Danny Miki (arte-final) e FCO Plascencia (cores);

Coração (Batman # 38 II) – James Tynion IV (roteiro), Sam Kieth (arte) e Ronda Pattison (cores);

Anarquia – Parte 3 (Detective Comics # 39) – Francis Manapul e Brian Buccellato (narradores);

Mansão Arkham – Um lar para os criminalmente insanos – Capítulo 2 (Arkham Manor # 2) – Gerry Duggan (roteiro), Shawn Crystal (arte) e Dave McCaig (cores).

Preço: R$ 8,20

Número de páginas: 84

Data de lançamento: Outubro de 2015

Sinopse

Batman – A procura do Homem-Morcego por uma cura para o vírus que pode ser o fim de Gotham City.

Batman II – Mais uma parte do quebra-cabeça da verdadeira origem do Coringa.

Detective Comics – Batman e Harvey Bullock se unem para desvendar um mistério.

Mansão Arkham – Jack Shaw se infiltra no Asilo Arkham, mas as coisas não serão tão simples como ele imaginava.

Positivo/Negativo

Em meio ao caos que toma a população de Gotham, Batman precisa salvar James Gordon e simultaneamente descobrir uma cura para o novo vírus do Coringa.

Na espiral de tragédia que se anuncia, o Homem-Morcego parece cada vez mais perdido, incerto de que conseguirá achar uma saída para tudo que o cerca.

Fim de Jogo continua num ritmo alucinante, com a cidade mais uma vez despedaçando-se frente aos esforços inúteis de seu maior herói. Característica marcante do trabalho de Snyder e Capullo à frente do título.

Já na trama paralela à principal, o destaque fica para a arte do ótimo Sam Kieth, que combina bastante com o tom onírico da história.

Na continuação do arco Anarquia, a situação fica ainda pior para Batman quando ele é injustamente acusado de tentar matar um garoto.

A parceria entre o Cruzado Encapuzado e o detetive Harvey Bullock deixa o roteiro mais interessante, mas o que continua surpreendendo é a belíssima arte dos dois criadores.

Desde a primeira página da história, passando pela linda página dupla em tons de preto, roxo e vermelho, os desenhos são o verdadeiro diferencial dessa boa aventura.

Fechando a edição, mais um capítulo de Mansão Arkham.

Apesar de ser o momento mais fraco da revista, a trama não chega a comprometer se o leitor não esperar muito dela.

Classificação

3,0

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